sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Livro mostra exotismo de pinturas corporais africanas


Para os membros destas tribos, uma folha, uma flor, ou raíz são facilmente transformadas em acessórios e, depois, a decoração é enaltecida com pinturas corporais.


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Para quem acha que não foi roubo.

Claro que por ser alvinegro fico mais indignado com isso do que os outros. Vi esse texto na comunidade do Botafogo, no orkut. O mais curioso é que o autor do texto é mineiro, torcedor do Galo. Esse jogo refletiu bem o momento que nosso país vive hoje. A crise moral total. Quem viu o jogo sabe do que estou falando. Os comentários da Flaprensa e dos Paulistas recalcados... me dão asco. Esse texto é uma reprodução integral do site: http://www.idelberavelar.com É meio grande mas vale a pena.


Marcelo de Lima Henrique, o sr. dormiu bem à noite?

Eu já havia preparado links e anotações para um post sobre a judicialização do debate jornalístico no Brasil, dada a decisão da Revista Veja de processar o Luis Nassif. Nos domingos, em geral, dedico a tarde e a noite ao trabalho acadêmico, reservando um par de horas na madrugada para o post da segunda. Como já estava preparado o post, fui fazer uma das coisas que mais gosto: ver um bom jogo de futebol. Era a final da Taça Guanabara, entre Botafogo e Flamengo.

O Maracanã é, sim, o grande templo do futebol – que me desculpem os paulistas. A Taça Guanabara é o que chamamos, em outros estados, “primeiro turno”. Mas tem um charme e uma tradição incomparáveis. Esquentei uma carninha, abri uma Dos Equis Amber e fui ver a partida. Maraca lotado, jogo aberto, bonito: um sonho para qualquer fã de futebol.

Mais uma vez senti vergonha de ser brasileiro. O que foi feito com o Botafogo ontem no Maracanã é uma dessas coisas que, em qualquer país sério, terminaria na delegacia de polícia ou na barra dos tribunais. Há 18 anos acompanho basquete universitário e profissional, futebol americano universitário e profissional. Tenho meus times (Universidade da Carolina do Norte, New Orleans Hornets, New Orleans Saints, além de ter algum carinho pelo Carolina Panthers, clube que vi nascer). Nunca, em 18 anos, presenciei espetáculos grotescos de arbitragem como os que acontecem no Brasil quase todas as semanas.

Faço questão de escrever este post porque não faltam leitores que apontam “choro de perdedor” cada vez que assinalo os incontáveis roubos de arbitragem de que o Atlético-MG foi vítima ao longo dos anos. Pois bem, agora não foi com o meu time. Botafogo, Vasco, Fluminense, São Paulo, Palmeiras, Corinthians: para mim dá tudo na mesma. Sou Galo, sinto simpatia pelos times do sul, especialmente pelo Inter, e tenho lá um cantinho de amor pela Ponte Preta e pelo Vitória-BA. Desta vez, eu só queria ver um bom jogo. Que vencesse o melhor.

O pênalti marcado em favor do Flamengo, quando o Botafogo vencia por 1 x 0, é daqueles que teriam que ser marcados 20 vezes por jogo. Não pode segurar a camisa do adversário ao subir para cabecear? Perfeito. Que se apite 20 pênaltis por jogo então. Eu não teria problema com isso. Um outro critério, que uns poucos juízes honestos utilizam, é marcar esse tipo de pênalti quando o atacante estiver sendo impedido de fazer a jogada. Não era o caso, já que não havia nenhum perigo de gol. Mas, claro, a camisa sendo agarrada era rubro-negra. Não é preciso dizer que a mesma jogada aconteceu pelo menos 5 vezes do outro lado, sem que se marcasse nada.

Esqueçam o pênalti. Que eu saiba, existe uma regra no futebol que determina que, numa bola recuada intencionalmente com os pés para o goleiro, este não pode segurá-la com as mãos, sob pena de tiro livre indireto na área – a não ser, claro, que o jogador que fizer o recuo se chame Léo Moura e vista uma camisa rubro-negra. O cartão vermelho para Zé Carlos e o cartão amarelo para Lúcio Flávio, do Botafogo, aconteceram por quê mesmo? Uma cotovelada no adversário, em geral, é jogada para cartão vermelho – a não ser, claro, que o autor se chame Souza e vista uma camisa rubro-negra, e a vítima for um goleiro uruguaio (aliás, a xenofobia dos árbitros brasileiros é outro tema que mereceria longa discussão; Valdivia que o diga). Eu poderia listar outros exemplos.

Um árbitro que permanecerá inomeado uma vez me disse: “Idelber, se você quer prejudicar uma equipe, não espere as jogadas decisivas na área. Trave-a no meio-campo”. Assistam o VT da partida e vejam essa regra em ação. O pior é que ela não foi suficiente. O juiz roubou no meio-campo e roubou na área. O Botafogo foi imensamente superior ao Flamengo? Não, não foi. Poderia ter perdido na bola? Poderia. Desequilibrou-se emocionalmente a partir de um certo momento? Sem dúvida. Mas nada justifica a bandidagem. O impressionante no Brasil é que mesmo os melhores e mais honestos cronistas observam essas coisas e acham tudo normal. Não deve ser coincidência que, nos campeonatos cariocas, o time sistematicamente roubado seja justo aquele que é (ou era) dirigido por um ser humano íntegro, não cúmplice dos bandidos da Federação de Futebol do Estado do Rio – ainda que, nas competições nacionais, e especialmente contra mineiros e gaúchos, essa mesma equipe seja auxiliada pelas arbitragens.

Alguém em sã consciência é capaz de dizer que o pênalti que sofreu Tinga, do Internacional, no jogo contra o Corinthians que poderia ter decidido o Brasileirão de 2005, não teria sido marcado caso a sua camisa vermelha tivesse um par de listras horizontais negras? É frustrante, porque os flamenguistas (e, em menor medida, os corinthianos) já se acostumaram a ganhar dessa forma. Mesmo gente instruída e sensata se recusa a discutir o tema, não entendendo que o futebol brasileiro é um patrimônio do país, destruído e pisoteado cada vez que isso acontece. O problema transcende o esporte. É um roubo contra o consumidor, numa esfera que movimenta muito dinheiro e tem enorme significação simbólica para o Brasil, dentro e fora de suas fronteiras. Cada rubro-negro que repete "é choro de perdedor" quando acontecem esses escândalos, me desculpe, é um cúmplice do crime organizado.

Esta semana, chegou a notícia de que a Nike assinou um contrato de patrocínio com a seleção francesa por um valor cinco vezes maior que aquele destinado à seleção brasileira. Eu pergunto: em qual bolsa de apostas da galáxia a seleção francesa vale cinco vezes mais que a brasileira? Ou será que o valor oficial não é o efetivamente pago à CBF? Aliás, eu entendo que o Banco do Brasil patrocine a seleção de voleibol. Trata-se da seleção brasileira de vôlei. Alguém poderia me explicar porque a Petrobras, uma empresa estatal sem concorrência no país, patrocina o Flamengo?

Atualização: Juca, não é possível, Juca. Se você acha que essa foto encerra a discussão sobre tudo o que está dito acima, e tudo o que observaram milhões de torcedores, só nos resta dizer: então tá. Quando alguém com a integridade de Juca Kfouri começa a defender o que aconteceu ontem no Maracanã, sinceramente, dá vontade de jogar a toalha e assistir só futebol americano mesmo.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Foto de Obama com roupa somali gera polêmica nos EUA

Uma foto de 2006 que mostra o pré-candidato à Presidência americana Barack Obama usando um turbante e uma roupa tradicional somali provocou uma troca de acusações entre partidários de Obama e de sua rival na disputa para ser o candidato democrata para a Casa Branca, a senadora Hillary Clinton.

A foto, enviada ao site de notícias americano Drudge Report, foi tirada em Wajir, no interior do Quênia, durante uma viagem de Obama a cinco países africanos. O Quênia é o Estado natal do pai do senador. As roupas teriam sido um presente dado a Obama por idosos de Wajir.

De acordo com o Drudge Report, que publicou a imagem nesta segunda-feira, a foto teria sido divulgada no fim de semana por ativistas da campanha de Hillary.

Em dezembro, a campanha de Hillary pediu a demissão de um de seus coordenadores no Estado de Iowa após ele ter enviado um e-mail coletivo em que afirmava falsamente que Obama era muçulmano.

Rumores de que o senador poderia ser muçulmano e que vem procurando ocultar sua fé circularam há alguns meses.

Gatinha ?!

Segundo o jornal britânico "Daily Mail", a socialite Jocelyn Wildenstein foi considerada por um site especializado em cirurgia plástica a celebridade mais assustadora do mundo.

Jocelyn Wildenstein gastou cerca de 2 milhões de libras em cirurgias estéticas para manter o seu marido, mas conseguiu apenas arruinar a boa aparência que tinha.

Sua aparência atual conta com uma remodelagem no seu olhar, com os olhos "esticados", como uma referência exótica aos gatos selvagens, que ele amava. Segundo ela - decidiu mudá-los para torná-los mais atraentes - ela se tornaria "mais felina".

Mais informações e fotos do "antes e depois", no Buteco da Net.


Comentário do Angelus: Não preciso dizer nada... é só olhar para a "cara" dela.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

China restringe desenhos estrangeiros na TV

A partir de 1º de maio, os canais de televisão só poderão transmitir animações que sejam 100% chinesas entre as cinco da tarde e as nove da noite.

A medida é mais um passo para incentivar a indústria nacional de animação e reverter o "quase monopólio" dos desenhos animados estrangeiros registrado no começo dos anos 2000, informou o jornal estatal China Daily.

Cartoons japoneses, sul-coreanos e americanos serão os mais atingidos.
Desenhos populares como Doraemon, que é sobre um gato-robô, e Slam Dunk, que é sobre um time de basquete, terão a audiência limitada.

No Congresso brasileiro também existe um projeto de lei que limita a programação estrangeira na TV por assinatura. O que você acha dessas limitações impostas pelos governos?

PONTO G. Ele existe mesmo!

ROMA, 20 FEV (ANSA) - O professor Emmanuele Angelo Jannini, pesquisador da Universidade de L'Aquila (centro da Itália) conseguiu localizar cientificamente o chamado "ponto G", área interna da vagina que teria papel fundamental no orgasmo feminino, confirmando ao mesmo tempo que nem todas as mulheres o possuem.
Utilizando um instrumento de uso rotineiro no diagnóstico ginecológico, a ecografia transvaginal, Jannini - cuja descoberta foi publicada pelo prestigioso Journal os Sexual Medicine - conseguiu localizar o ponto em um pequeno trecho da parede que divide a vagina da uretra estudando as reações individuais de um grupo de mulheres.
A identificação do local exato do chamado "ponto do prazer", segundo o pesquisador italiano, "confirma aquilo que dizia Sigmund Freud que 'a anatomia é o destino', já que o aspecto anatômico encontrado sugere que possuir ou não o ponto G é uma questão congênita".
A investigação de Jannin partiu de um primeiro estudo anatômico comparativo realizado com cadáveres "no qual, pela primeira vez, notamos diferenças morfológicas que poderiam estar relacionadas com o ponto G", e de ali em diante surgiu a idéia de realizar uma análise com um grupo de mulheres.
"Primeiro perguntamos a elas, obviamente, se tinham orgasmos vaginais, e logo observamos a anatomia de suas vaginas com a ecogafia transvaginal", acrescentou o pesquisador.
No grupo de mulheres selecionadas, nove disseram provar orgasmos vaginais e onze não - estatisticamente, supõe-se que a maioria das mulheres experimentam mais o orgasmo clitorial que o vaginal -, e quando observamos os orgasmos sexuais dos grupos, notamos facilmente as diferenças, disse.
Nas mulheres sensíveis ao orgasmo vaginal, explicou Jannini, foi encontrada uma consistência mais espessa da parede entre a vagina e a uretra, constituída por tecidos cavernosos (como o da vulva ou o do pênis), a parte interna do clitóris e glândulas e terminações nervosas que usam o mecanismo bioquímico da excitação masculina, provavelmente "restos evolutivos" da próstata masculina.
"Pela primeira vez nos deixamos guiar pelas mulheres na busca pelo ponto G", prosseguiu o pesquisador, o qual contou como durante sua investigação uma garota que dizia não ter orgasmos vaginais e que, no entanto, possuía o que parecia constituir um ponto G, descobriu essa nova possibilidade de prazer sexual a partir do estudo, confirmando assim a tese de Jannini.
"Até agora ninguém havia usado a ecografia para investigar este aspecto ainda tão pouco conhecido da anatomia feminina, e isto é indicativo do atraso cultural que carregamos em matéria de sexualidade feminina. Sobre o ponto G sempre preferimos um debate de opinião e não de ciência", ressaltou Jannini.
Por sua vez, a sexóloga e psicóloga Chiara Simonelli, da Universidade La Sapienza de Roma, sustentou que logo após a revolucionaria descoberta de Jannini, "agora, para confirmar e aprofundar estes dados, devemos realizar um exame histológico da natureza celular dessa zona".
O professor Jannini já está trabalhando nele, através de experimentos sobre o efeito local da testosterona, substância de secreção interna que tradicionalmente foi associada com a intensidade do desejo sexual. Fonte: ANSA

Comentário do Angelus: Agora está provado ele existe. Acabou a discussão. O problema é que tal descoberta pode trazer mais problemas do que soluções. Muitas mulheres que não consiguirem achar o seu podem ficar meio griladas. Pode acontecer também de homens que não conseguirem achar o ponto G de suas parceiras se acharem incompetentes, enfim... isso vai dar samba. E você o que acha?

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Música boa pra cachorro!


Uma música inaudível ao ouvido humano se tornou um hit campeão de vendas na Nova Zelândia e deve ser lançada em outros países.

A canção chamada "A Very Silent Night" ("Uma Noite Silenciosa") foi gravada em uma freqüência audível apenas para cães e lançada no Natal passado em um CD de caridade da Real Sociedade Neozelandesa de Prevenção aos Maus Tratos com Animais (SPCA, em inglês).

Para surpresa de todos, a música chegou ao topo das paradas de sucesso. Agora distribuidores nos Estados Unidos e Austrália estão competindo pelos direitos da canção.

Proprietários de cães relataram que seus animais reagiram bem à canção, abanando o rabo, de orelhas em pé e até dançando em deleite. Entretanto, há o registro de um animal que ficou enfurecido e destruiu o rádio durante a execução da música, conforme declarou Bob Kerridge, da SPCA, à Reuters.

Bote seu cachorro para ouvir a música em: http://www.dukaramba.com/index.php?params=media/1563/A-very-silent-night---m%C3%BAsica-para-seu-cachorro-/